Você sabe qual é o papel do farmacêutico?

Não é de hoje que o homem busca cura para as doenças. No passado, entendia-se que a solução para as enfermidades estava apenas nas plantas e bastaria encontrar o tipo certo para cada mal específico. O tempo passou e essa procura, claro, persiste, visto que há doenças que foram erradicadas, porém ainda há aquelas que insistem em agir e as que surgem em virtude, inclusive, das próprias mudanças socioambientais.

A tarefa árdua e incessante de buscar a cura das doenças passou a contar com a participação de um profissional devidamente habilitado: o Farmacêutico. Na verdade, esse é apenas um dos eixos de atuação. Quem se forma em Farmácia, no Brasil, está apto a trabalhar em mais de 70 áreas, todas regulamentadas pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF).

Quando se fala na figura do Farmacêutico pensa-se logo na pessoa de jaleco branco presente em farmácias e drogarias. Diga-se de passagem que esse é apenas um dos lugares onde ele realiza suas atividades. A graduação permite, ao profissional, atuar desde a manipulação alopática e homeopática até a engenharia genética.

A presença deste profissional tornou-se fundamental nas pesquisas básicas e aplicadas, linhas de produção industrial, citopatologia (ciência que lida com pesquisas e diagnósticos realizados por meio de exame microscópico e avaliação celular), na produção e no controle de qualidade de medicamentos, na indústria de cosméticos, em unidades de saúde públicas e privadas, nos laboratórios de análises clínicas e de alimentos, no ambiente hospitalar, toxicologia, fitoterapia, acupuntura, estética, oncologia e nas farmácias e drogarias.

A ampliação e a diversificação dos serviços prestados são resultado do papel social que o Farmacêutico tem demonstrado nos últimos anos. Hoje, ele é visto como um agente de saúde que contribui para o bem-estar da população, com a missão de sempre buscar a excelência no atendimento prestado ao paciente.

O farmacêutico e o medicamento

Uma pesquisa realizada, em 2006, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ligada ao Ministério da Saúde, revelou que quase 33 mil pessoas foram intoxicadas por medicamentos. Ou porque houve efeitos adversos, interações entre substâncias ou automedicação. O mais preocupante é que, de acordo com o levantamento, em 25% dos casos não houve uma orientação sobre o uso do medicamento.

Esse resultado é uma amostra da importância das atribuições do Farmacêutico quanto ao uso correto de medicamentos. Sabe-se que o acesso das pessoas a este profissional é mais fácil, diante disso nada mais oportuno do que estabelecer um relacionamento próximo e humanizado entre as duas partes, fundamentado na orientação e na utilização racional do medicamento.

No Brasil, a prática da automedicação é algo quase cultural, em que muita gente escolhe o medicamento e a dosagem sem qualquer orientação médica ou farmacêutica, para alívio de sinais e sintomas. Ao mesmo tempo que os princípios ativos podem curar, eles também podem matar, quando não administrados e orientados corretamente. Cabe ao Farmacêutico fazer o alerta, prestar a orientação adequada e, sempre que necessário, buscar o diálogo com o prescritor.

Esse tipo de atitude deve ter como foco não o produto (medicamento), e sim o paciente. A atenção farmacêutica é responsável pela conscientização das pessoas sobre a importância do uso correto dos medicamentos, da adesão ao tratamento, garantindo a qualidade de vida ao usuário.

 

Saiba mais sobre a Ampla Drogaria

 

A Ampla Drogaria é uma empresa especializada no fornecimento de medicamentos de alto custo, com ênfase em quimioterápicos orais, além de outros medicamentos das diversas especialidades médicas.

Prestamos assistência tanto às operadoras de saúde quanto aos pacientes que necessitam de tratamento de alta e média complexidades, garantindo o cumprimento das Resoluções Normativas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Nossa expertise é fazer com que o paciente em terapia oral seja bem assistido, recebendo seu medicamento de forma e nos prazos adequados e garantindo, assim, comodidade e qualidade de vida ao usuário.

Saiba que medicamento cura e medicamento mata

“A diferença entre o medicamento e o veneno é a dose”

Provavelmente, você já deve ter ouvido isso, pelo menos uma vez. Mas será que já parou para pensar no real significado que tem e na verdade que traz, escondidos em uma aparente força de expressão? No fundo, a frase deve ser vista como um alerta diante de um cenário que persiste há anos: o do uso inadequado de medicamentos.

Essa utilização incorreta tem como primeiro item da lista a automedicação. Em 2016, o Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) divulgou que 72% dos brasileiros se medicam por conta própria. Muitos dos entrevistados disseram que não só decidem o que tomar, como alteram, sozinhos, a dosagem, caso não sintam o alívio desejado. Percebe que ao fazer essa escolha, essas pessoas, literalmente, colocam suas vidas em risco? A prova disso está nos números. Em 2015, a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (Abifarma) revelou que, todos os anos, cerca de 20 mil pessoas morrem, no Brasil, vítimas da automedicação.

A tecnologia tem dado uma força e tanto a este tipo de comportamento. Não é raro encontrar quem acesse a internet não só em busca de informações, mas à procura de diagnósticos e terapias mais indicadas para resolver os problemas. Com essa afirmação, não se quer culpar o mundo virtual pela preocupante realidade da automedicação. Muito pelo contrário, até porque esse hábito antecede o surgimento da rede mundial de computadores.

Entende-se que o acesso à informação contribui para o esclarecimento, porém não se pode aceitar que as consultas e exames sejam substituídos por buscas em sites, inclusive, páginas sem procedências. A pesquisa do ICTQ também tratou desse aspecto. O dado é relevante e mostra que, à época, 40% da população afirmou fazer o autodiagnóstico por meio da internet.

Outra forma de uso irracional de medicamentos é a prescrição múltipla. Isso ocorre quando o paciente precisa procurar médicos de diversas áreas. Neste caso, é extremamente importante que o especialista, ao ouvir as queixas, questione possíveis visitas a outros especialistas e se estes fizeram prescrição.

É comprovado que a combinação inadequada de substâncias pode comprometer o tratamento, visto que um medicamento pode potencializar ou anular o efeito de outro. Daí a importância da comunicação entre médicos, farmacêuticos e demais profissionais da saúde e o paciente. Utilizar qualquer medicamento sem orientação e de forma errada pode resultar em reações adversas graves que podem até levar à morte. E isso inclui a ingestão de um simples comprimido, aparentemente, inofensivo. Veja só alguns exemplos de uso excessivo:

  • anti-inflamatórios: quando usados sem orientação, causam gastrite, sangramento no estômago;
  • medicamentos para dor de cabeça podem causar problemas hepáticos graves e queda da pressão arterial;
  • medicamentos usados para emagrecer com antidepressivos: podem levar ao aumento da pressão e taquicardia.

 

Esse é um problema de saúde pública em todo o mundo. Em geral, as pessoas ignoram o fato de que, quando se comprova a eficácia de uma substância no combate ou na cura de uma doença, a descoberta inclui aspectos específicos sobre a indicação e dosagem. Além disso, nem sempre o que é bom para um paciente é eficiente para outro.

Cuide da sua saúde. Evite complicações:

  • não tome nenhum medicamento por conta própria (mesmo os que não precisam de receita);
  • peça orientação ao farmacêutico, ele é o profissional habilitado para prestar todos os esclarecimentos sobre os medicamentos;
  • quando for a uma consulta médica, leve uma lista com todos os medicamentos que estão sendo utilizados. Não deixe de informar ao médico sobre aqueles que são usados por conta própria, como os destinados a dor de cabeça e gripe.

 

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